Luiza Goulartt Tarot

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Sessões de tarot personalizadas para orientar sua jornada com clareza e conforto através do tarot.

Interpreto cartas para revelar caminhos e escolhas que te ajudarão a transformar.

Close-up image of a woman's hand delicately holding tarot cards with a glowing blue and pink cosmic background.Close-up image of a woman's hand delicately holding tarot cards with a glowing blue and pink cosmic background.

Palavras sábias que acolhem e guiam você nos momentos de dúvida e decisão.

Sessões criadas para equilibrar mente e espírito com empatia e atenção.

Illustration of a deep blue eye surrounded by stars and subtle pink nebula clouds.Illustration of a deep blue eye surrounded by stars and subtle pink nebula clouds.
Surreal image of a calm face with eyes closed, overlaid by cosmic elements in soft blue and pink hues.Surreal image of a calm face with eyes closed, overlaid by cosmic elements in soft blue and pink hues.

Prudência

A prudência, quando alguém vai tomar uma decisão, não é medo, nem atraso, nem covardia.

A prudência é a capacidade de ouvir antes de agir, sentir antes de falar e discernir antes de escolher.

A pessoa prudente não decide no pico da emoção, nem no fundo da carência. Ela espera o ponto em que o coração se aquieta e a mente clareia. Existe um segredo pouco falado: a maioria das decisões erradas não nasce da maldade, mas da pressa. Uma verdade que quase ninguém percebe: quando você precisa convencer a si mesma de que algo é bom, geralmente não é. O que é da verdade não precisa de excesso de explicação interior; ele traz paz silenciosa, não ansiedade argumentativa.

A prudência observa três sinais visíveis:

Primeiro: se aquilo insiste em atropelar o tempo, desconfie.

O que é certo não exige pressa constante nem urgência descontrolada.

Segundo: o corpo sente antes da mente.

Aperto, peso e confusão não surgem à toa; são alertas que pedem atenção.

Terceiro: a repetição.

Decisões certas não precisam ser repetidas várias vezes para fazer sentido.

Algo profético, no sentido profundo: há decisões que parecem portas, mas são atalhos; e há decisões que parecem lentas, mas são alinhamentos. A prudência revela isso. O atalho economiza tempo, mas cobra a alma depois. O alinhamento demora, mas constrói um chão firme, onde nada desmorona.

Quem anda com prudência não perde oportunidades; escapa de armadilhas disfarçadas de bênção. Uma sabedoria que pouca gente aprende: nem tudo que te escolhe merece que você escolha de volta.

A prudência ensina a perguntar:

“Isso me aproxima de quem estou me tornando ou me puxa para quem eu já superei?” A decisão prudente não grita “agora”; ela sussurra: “quando você estiver inteira.”

Um princípio maravilhoso: a prudência não fecha portas, ela espera que a porta certa se abra sozinha. Porque o que precisa ser forçado hoje, amanhã precisará ser sustentado à força. E isso é cansativo demais para quem nasceu para viver em paz.

MENSAGEM DA SEMANA:

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